Antigo lagar de Aldeia Viçosa vai ser adaptado a Centro Interpretativo do Azeite

Um antigo lagar de Aldeia Viçosa, Guarda, vai ser transformado em Centro Interpretativo do Azeite, o que possibilitará aos visitantes ficarem a par do processo de fabrico daquele produto, anunciou hoje a Junta de Freguesia.

Segundo o autarca de Aldeia Viçosa, Baltazar Lopes, a Junta de Freguesia pretende recuperar o edifí­cio do antigo lagar, que está encerrado há cerca de doze anos e que foi doado por uma família da terra, transformando-o numa espécie de “museu vivo”.

“O lagar vai funcionar e as pessoas vão saber como é feito o azeite”, explicou, adiantando que a Junta pretende realizar as obras mediante a apresentação de uma candidatura ao Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN).

Baltazar Lopes ainda desconhece o investimento que será necessário, mas deixa claro que o objectivo é transformar aquele espaço em algo que seja “mais do que um museu”. “O lagar não deixará de ter a vertente de museu, mas as pessoas vão ter oportunidade de ver como se fazia antigamente o azeite e como as máquinas funcionavam”, contou.

Admitiu que o projecto será “benéfico para os visitantes”, que no futuro poderão acompanhar as várias fases de laboração do lagar e “terem uma ideia de como é feito o azeite” naquela zona do Vale do Mondego.

O Centro Interpretativo do Azeite faz parte do plano estratégico para a freguesia, que também aponta a construção de um “resort de montanha”, uma pista de pesca, uma ecopista, a qualificação da rede de caminhos rurais para a prática de desportos de montanha e a melhoria das condições da praia fluvial já existente no rio Mondego, indicou.

Joaquim Valente, presidente da Câmara da Guarda, enalteceu a intenção da Junta de Aldeia Viçosa em recuperar e transformar um antigo lagar em Centro Interpretativo do Azeite, o primeiro que será criado no concelho da Guarda, que possui uma grande tradição neste sector agrícola. Quando o projecto estiver concretizado, permitirá “potenciar recursos que já existem, tirando ganhos para a economia e para a sustentabilidade das populações”, reconheceu o autarca.

Fonte -  Jornal Público

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